Qual é a sua reação diante de um grafite?

Qual é a sua reação diante de um grafite?

Fotográfico | Foto: Outra Estação.com | © Todos os direitos reservados

O grafite tem os pés na contracultura francesa do final dos anos de 1960. De lá até se popularizar nos Estados Unidos e tomar o mundo, foi necessário pouco tempo.

Nos anos de 1970, os americanos já tinham assumido a arte como manifestação e, de lá, outros países passaram a receber a influência.

Pouco depois, os grafites com esta estética já eram vistos no Brasil, inciados principalmente em São Paulo.

Qual é a distância entre a arte visual e o vandalismo que carimba espaços? A mesma manifestação que faz alertas e amplifica vozes também interfere negativamente.

Lei de 2011 especifica que “não constitui crime a prática de grafite realizada com o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das posturas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional”.

A imagem acima foi registrada em uma rua próxima à área central de Santo Ângelo. À esquerda, um grafite. Ao lado, o que se considera pichação. Há vários exemplos como este na cidade.

Como você recebe uma informação visual assim nos espaços urbanos? Qual é a sua reação diante de um grafite?

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