Não afaste de sua empresa o profissional que você se esforçaria para encontrar fora

Não afaste de sua empresa o profissional que você se esforçaria para encontrar fora

Coluna Venturis Ventis


Opinião | Foto: Outra Estação.com | © Todos os direitos reservados

O título pode parecer confuso, mas tem sua razão de existir. Algumas corporações, por ingenuidade ou outro motivo, não sabem tratar seus talentos e, em alguns casos, são seus diretores os responsáveis por mandar para bem longe aquele profissional que o mercado busca, cujo talento não foi reconhecido ali dentro.

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A motivação no ambiente de trabalho é foco de análise e estudo por muitos. Encontrar a fórmula ideal para ter em sua empresa funcionários em alto grau de produtividade é sonho que poucas organizações conseguem realizar.

Cada pessoa tem sua maneira de pensar e se comportar socialmente. Não há receitas prontas quando se trata do ser humano.

Robôs são fáceis de programar. Já a máquina homem tem em si uma estrutura de complexidade sem tamanho. E ainda não traduzida como muitos gostariam.

No livro “Motivação 3.0: Os novos fatores motivacionais para a realização”, Daniel H. Pink faz uma descrição sobre as maneiras de motivação e os resultados que proporcionam a quem as aplica. Destaca que nem sempre prêmios ou dinheiro extra são suficientes para ter um trabalhador mais intenso em sua função.

Como o cachorro que deita, rola e canta o hino nacional para receber seus biscoitos, o empregado que precisa receber algo em troca para seguir com sua caminhada corporativa pelas melhores vias precisa, sim, de um retorno. Mas ele não deve ser, exatamente, material.

O dinheiro a mais pode até funcionar por um tempo – seguindo este pensamento -, mas chega um momento em que a linha entra em descendente e novas ideias precisam surgir para elevar o ritmo daquele trabalhador.

Interessante é, então, torná-lo mais participante dos processos. Fazê-lo reconhecer-se uma peça importante, sabendo que sua melhor atuação representa crescimento geral, é boa opção para um aproveitamento mais consistente.

Por vezes, grandes talentos deixam de ser aproveitados porque a empresa não conhece o que tem em mãos. Não motiva a ponto de mentes criativas oferecerem justamente aquele diferencial que toda organização busca.

Em alguns casos, a estrutura corporativa faz espantar de suas salas os que desejam mais e não enxergam oportunidades para crescer.

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