Você é da turma que “esquece” o carrinho de mercado no estacionamento ou devolve?

Você é da turma que "esquece" o carrinho de mercado no estacionamento ou devolve?

Fotográfico | Foto: Outra Estação.com | © Todos os direitos reservados

Com crise ou não, algumas práticas não podem ser eliminadas do cotidiano. No máximo, reduzidas. O carrinho de mercado nunca está vazio.

A compra de itens básicos de alimentação, saúde e higiene, por exemplo, está na lista que nunca pode deixar de ser feita todos os meses.

O resultado é que, não importa a hora do dia, sempre haverá movimento nos grandes ou pequenos mercados de Santo Ângelo em horário comercial.

Em 2017, a Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) divulgou os números do segmento em 2016.  Depois de uma queda nas vendas em 2015, as 252 maiores empresas do Estado cresceram 9,7% em 2016 – mesmo levando em consideração as dificuldades financeiras dos consumidores gaúchos.

Com a instalação de estacionamento rotativo na cidade há alguns anos, uma das ações dos comerciantes locais tem sido oferecer estacionamentos privados e gratuitos para consumidores e potenciais clientes. Com os mercados acontece o mesmo.

Mas o que se vê, em quase todos os casos, é uma contrapartida prejudicial dos consumidores às empresas. O carrinho de mercado, de grande utilidade no transporte das compras do mercado ao automóvel, não é devolvido após o uso, em muitos casos.

São carrinhos de compras espalhados por estacionamentos o tempo todo (como este da foto acima). Inclusive ocupando vagas das quais motoristas poderiam se valer.

A alternativa de alguns estabelecimentos é deixar funcionários atentos para recuperar o carrinho de mercado abandonado pelo cliente em área distante à correta.

Às vezes, são deixados na calçada ou em ruas de alto tráfego. Se observar com atenção, encontrará vários deles em canteiros e calçadas da Avenida Brasil, entre a Avenida Getúlio Vargas e rua 15 de Novembro – isso quando não estão na própria via, perto do meio-fio.

Além da possibilidade de furto, existe o desgaste de metal, plástico e borracha da peça que fica por minutos ou horas sob a ação de sol ou chuva. Alguns tem sua vida útil diminuída.

O preço médio de um modelo de carrinho de mercado simples chega a R$ 300. E este valor, quando reinvestido pelas empresas, acaba interferindo na etiqueta das mercadorias que estão nas prateleiras.

E você, qual é a sua turma? É do tipo que, após utilizar o carrinho para levar as compras ao automóvel, retorna ao mercado para depositá-lo no local correto ou simplesmente abandona a peça ao lado do automóvel, bate a porta e segue seu rumo?

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